Sou formada por ausências,
Solitude, abstinências,
Que muitas vezes esmagam
Os gritos do meu silêncio!
Anseios e transparências,
Que muitas vezes emergem
Com a voragem de um tufão!
Um travo de fel-doçura,
Aguardente que se traga!
Sigo cerzindo essa teia,
Segurando em minhas veias
Todo o peso deste nada!
(...)
