Cedeu-me o diamante com que cortava os duros cristais de sua poesia. Presenteou-me com sua reticência ilustre, seu sorriso imóvel e seus punhos de renda.
''Não tenho paciência pra televisão
Eu não sou audiência para a solidão''
(...)
Matutava matutava
roendo os dedos agora
cobertos de berrugas de
tanto apontarem Estrelas.
(Mário de Andrade, Macunaíma)