Ficou um vazio,
assim, um silêncio. Como se aquelas palavras me preenchessem. E preenchiam, de certa forma. Mas não sei mais dizer se da maneira mais certa, da mais válida. Eram só palavras, afinal. E elas são mesmo assim, quando sabemos quais escolher e onde colocá-las.
Eu sei muito bem como fazer isso também. Construir castelos de palavras. As paredes sobem sozinhas, enfeitadas dos mais ricos balaústros, ornamentadas.
Sobem torres, pilastras, parapeitos, belos conjutos arquitetônico. Elas assumem os significados mais amplos e variados. Tocam, encantam, agradam. Mas ainda assim não deixam de ser só palavras.
Eu tenho tantas dúvidas ainda, estou tão confusa, mas esse é o meu agora, e daqui a cinco minutos pode tudo estar mudado, revirado, e uma linda flor nascendo novamente, em meio às ruínas.
Um beijo com graça e novidade.
