terça-feira, novembro 3

Ao que me lembre o livre

Ganir solidão ante o Infinito.
Para suar angústia no horto da dúvida e desepero,
e subitamente explodir o riso claro, em pleno Cosmos,
Remover os escombros no vento da liberdade

Pura e Integral.
Com a beleza dos elementos desencadeados
Que sucedem céus azuis cheios de Luz
Cantar o canto rouco diante da carne translúcidas
das auroras.

(*)