Os sapatinhos vaidosos. O cheiro da tua devoção, de cada dia... As mãos camponesas plantadas em mim como o da terra viva molhada de chuva, embriagante com beijos de brisa.
''Não tenho paciência pra televisão
Eu não sou audiência para a solidão''
(...)
Matutava matutava
roendo os dedos agora
cobertos de berrugas de
tanto apontarem Estrelas.
(Mário de Andrade, Macunaíma)