sábado, agosto 22

hoje pela manhã recebir a notícia que nosso Companheiro, Irmão, Amigo, Filho, Pai e Educador Popular, sim, o nosso Agenor sobre o seu falecimento, foi um soco no meu estômago, me sentir tão pequena e uma dor na minha alma, melancolicamente empregnada de uma consciência que se têm por saudades. Agenor, foi o primeiro a aferecer o sabor do Pará quando cheguei ao encontro naquela manhã de sexta-feira, me presenteou com dois anéis de tucum e um deles num formato de um coração, e disse: Élen, você irá olhar pra este anél e lembrar de mim, e junto a esse momento e tantos outros que convivemos juntos ficaram o convite de ir a Belém, o abraço forte e acolhedor, ele cheirando os meu cabelos a nossa dançar ao som do pé de serra em meio aquela harmonia que uniu a todos nós. Por um instante questionei a Deus, por que e tão rápido?
Mas logo Pensei e junto me sentir confortada, aqueles que se foram como ele obedeceram à vontade divina, então, não vou me opor a Deus. Vou reter apenas lembranças alegres e aceitar as marcha da vida e compreender os desígnios de Deus. Plantarei uma árvore pra dar bastante sombra e através dela eu venha lembrar com alegria e reverência. É festança, banquete com a tua chegada no lugar aí! Sei, que nossa existência aqui é passageira, então, te planeja para a próxima, companheiro!
Ah!
essa caipirinha tem estória, lembra?