sábado, abril 11

Temporalizada-situada condicionada a esse tempo que me consome, nos quadros, nas fotografias, na saudade, nas paredes do quarto, no meu eu, na instante da sala ouço os teus sinais, nos badulaques meus, nos tantos bilhetes, cartas e desenhos deixados na porta da geladeira, o passeio de barco, os meus amigos imaginários, o velocipe, e as minhas tranças adornando meus vestidos e te anuncio, fora daqui, quer ser, evoluir, des(colar) sem sombra, só se for o das árvores plantada nalgum lugar ressuscitar no chão os meus e teus num contentamento extasiante.

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Oscila,
um pouco triste,
um pouco alegre,
um pouco tudo,
um pouco nada.
Meu canto não silencia,
persiste, se demora.
Renasço no silêncio
com ele morro de vez em quando,
PORÉM TRAGANDO O ESSENCIAL E O DE MAIS HUMANO.